terça-feira, 15 de novembro de 2011

Criaturas do mundo Por que te entregastes?


Em meio as experiências dúbias do viver
Em meio as experiências dúbias do viver

Tu és o que queres ser;
Teu querer é pequeno e limitado;
Poder, querer, ser, são verbos complementares a tua ação;

Sentir na pele o amargo ardor da derrota;
Nos levantamos em armas contra quem não nos atingiu;

A vida dura nos consome ;
A fuga ao ébrio nos abstem;

Porque nos contradizemos tanto?
Porque nos privarmos no mínimo?

Se te arrependes de ter feito? Por que fizeste?
Por que fará novamente? Sabes bem que fará!

Perguntas jamais soam sem sentido;
Resposta usualmente sim.

Qual a dúvia humana que tua essência mesma não responde?
Qual a circunstância que não credes em ti?

Sonhos são os desejos que nossas almas alucinadas anceiam;
Pois você aprisionaste a tua em um cárcere de solidão.

Te convido a olhar o mundo, sem olhos cerrados.
Tenros, porém sagazes

Buscam pela essência outrora perdida,
Pela tua essência, encanto em todos nós.

Onde a perdeu? Te lembras?
Foi quando credes que já conheceste do mundo.

Nada que em ti nasce és belo, não mais;
Pois perdeste a seiva da pureza.

Siga comigo e aprenderás a ser jovem;
Jovens, ploriferem-se aos quarto ventos!

Pois teu clamor ressoa por léguas.
Credes em tí, e será ouvido!

Credes em mim e serás amado;
Credes no amor e serás eterno!

Credes que possa transcender a matéria;
E esta apenas peso se tornará mediante a ti.

Seiva divina é teu sabor, 
Não deleite de usurpadas bocas.

Sirva a teu tenro e lisonjeiro feitor!
Que amar-te vai, até o final do tempos!
(Carlos Eduardo Faria) 

Obrigada meu amigo por compartilhar sua obra... tu és um amigo muito especial... obrigada pelos conselhos, e por sempre ouvir meus desabafos e lamentos e sempre me trazer uma palavra amiga em troca!

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